Unhas e leitura da semana

Essa semana eu fiz mais uma misturinha de esmalte e amei o resultado!

Eu queria um rosa mais fechado, então passei primeiro o esmalte da coleção da Bruna Marquezine para a Ludurana, a cor Segredo, e depois passei o da coleção da Marina Ruy Barbosa para a Hits, a cor Patricinha (os dois têm lá na Bonita Cosméticos). Os dois são esmaltes cremosos e com uma boa cobertura, só precisei passar uma mão de cada para ficar do jeito que eu queria.

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Aproveitando a foto, fica a dica de leitura! Esse livro da Gayle Forman é a continuação do livro “Se eu ficar”. Eu gostei tanto do primeiro que já emendei o segundo (mesmo tendo um monte de livros na fila para ler antes). É um romance nada meloso e previsível. Cada capitulo te instiga a ler mais, e a narração te conduz para dentro da história. Eu sei que já saiu o filme baseado no primeiro livro, mas como eu ainda não assisti, então posso dizer se é melhor ou não. Mas os livros eu recomendo!

Vocês já leram algum deles ou assistiram o filme? 🙂

Então eu achei: livro

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Para quem não conhece, a Paula Pimenta é uma escritora brasileira (mineira, para ser mais exata), que escreve para o público infanto-juvenil. Para quem não me conhece, sou uma mulher de 30 anos, que entra em qualquer livraria e vai direto para a seção “jovens leitores”. Rs

Foi numa dessas minhas idas à seção de livros infanto-juvenis que me deparei com um item de capa fofa, cheia de bolinhas coloridas, que me lembraram confetes de chocolates e um título simples e direto: apaixonada por palavras. Foi paixão à primeira vista!

Eu já tinha lido algumas coisas sobre a Paula Pimenta e suas famosas séries “Fazendo meu Filme” e “Minha vida fora de série”, mas nunca tinha lido nada escrito por ela. Fui embora da livraria com este livro na cabeça (e outros tantos na sacola). Em casa, pesquisei um pouco sobre a escritora e ai foi identificação à primeira linha! Ela é apaixonada por palavra (como eu), começou a faculdade de jornalismo (como eu), mas mudou para publicidade (como eu), trabalhou com marketing (como eu), é fã da Martha Medeiros (como eu) e largou tudo para virar escritora (quem sabe um dia, também como eu! Rs Decidido: eu precisava daquele livro!

Quando coloco um livro na cabeça não tem jeito. Só sossego quando compro! Então, no dia seguinte voltei à livraria e levei para casa aquela coisa fofa.

Apaixonada por palavras é um livro de crônicas (que eu adoro!). Mais exatamente “crônicas de mulherzinha” (que eu amo para toda vida, amém!). É um compilado de 55 textos que a autora escreveu ao longo de 9 anos. Eles são organizados em ordem cronológica, o que é fantástico, por que faz com que a gente se sinta parte da vida dela.

A Paula (olha como estou íntima) escreve como se estivesse contando algo para uma amiga. Me senti a própria amiga dela (assim como me sinto da Martinha… a Martha Medeiros. Rs)

Ela escreve com simplicidade, sem palavras rebuscadas e o melhor, escreve com o coração. É impossível não se ver colocando o bilhete no para-brisas do carro do infeliz, ao ler “Quase uma chance”. Ela é assim, tão gente como a gente, que acredito que seja automático se identificar nas situações relatadas por ela.

Já deu para perceber que além de apaixonada por palavras, agora sou apaixonada pela Paula Pimenta, né? Não sei se me apaixonei por ela, mas posso garantir que estamos flertando. Rs Esse foi o único livro da autora que li. Mas já estou louca para ler “O livro das princesas”, que ela escreveu em parceria com ninguém menos do que a minha musa Meg Cabot (e outras escritoras), onde elas reinventam alguns clássicos contos de fadas. Depois que ler esse eu escrevo contando se nosso caso é amor para uma vida inteira ou uma paixão de verão.

APAIXONADA POR PALAVRAS

Autora: Paula Pimenta

Editora: Gutenberg

Páginas: 157

 

Beijos,

Andresa

Foto: Andresa Trentini.

Então, eu achei: filme

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No dia 31 de janeiro estreou em todo o país o filme “A menina que roubava livros”. Baseado no bestseller de mesmo nome, do australiano Markus Suzak, o filme se passa na Alemanha, durante a Segunda Guerra Mundial e conta a história de Liesel Meminger, uma garota que, filha de mãe comunista, é entregue para ser criada por outra família.

Sua paixão por livros começa no funeral de seu irmãozinho, que faleceu durante a viagem à nova casa. No enterro o coveiro deixa cair um livro o qual Liesel esconde e carrega com muito carinho. Ao chegar sozinha à casa da nova família, ela se apega ao tal livro mas não sabe do que se trata, pois não sabe ler.

Com a ajuda do pai adotivo, Leisel aprende a ler e se encanta com o mundo de possibilidades e novas palavras que os livros lhe proporcionam, porém o regime nazista impede que as pessoas tenham acesso à literatura, o que dificuldade o acesso da garota à novas obras.

Eu já tinha tentado ler o livro algumas vezes, mas não passava do primeiro capítulo. O livro não me prendia, mas eu tinha muita curiosidade sobre a história que comoveu milhares de leitores. Sempre que perguntavam em grupos de discussões qual o livro mais havia emocionado os leitores, “A menina que roubava livros” era um dos títulos mais citados. Então quando o filme estreou fui correndo ao cinema para conferir e nossa, valeu muito a pena!

O filme é fofo e trata com leveza o assunto “Segunda Guerra Mundial”. Li algumas críticas, dizendo que o filme não deu importância à terrível época, mas acho que nem era a intenção. Não é a história da Segunda Guerra Mundial. É a história de uma garota, que viveu durante a Segunda Guerra. Percebe a diferença?

Li também críticas de leitores, que diziam que na adaptação para o cinema a relação de Liesel com os livros tinha ficado “superficial”. Bom, como disse, eu não li o livro e entendo o que os leitores criticaram, pois em outras situações também me decepcionei com a adaptação cinematográfica de um título que eu tenha gostado muito. Mas acho que a gente precisa abstrair e entender que os livros sempre serão mais ricos em detalhes e que na adaptação para o cinema, são destacados aspectos que o Diretor do filme quer valorizar e não necessariamente o que nós, ao lermos o livro, achamos mais importante.

De qualquer forma, achei o filme lindo de viver! Chorei, chorei, chorei, mas sai do cinema feliz, pois, na minha opinião, é o tipo de filme que vale a pena pagar o ingresso.

Beijos,
Andresa

Foto: reprodução.