Boa leitura+Sessão pipoca

A minha intenção era já ter dado várias dicas de livros para vocês, mas com a correria do último ano da faculdade eu tive que diminuir o ritmo das minhas leituras. Estou demorando meses para conseguir ler um livro inteiro, ainda mais porque eu quero fazer várias coisas e ler vários livros ao mesmo tempo!

Depois de alguns meses eu finalmente consegui terminar de ler esse romance do Nicholas Sparks. Eu estava mega ansiosa para ler porque eu amei muito o filme. Aproveitando, já fica aqui a dica de sessão pipoca também! Sem dúvidas “Um porto seguro” é um dos meus preferidos. Não só porque eu sou apaixonada fã do Josh Duhamel, mas porque a história é linda demais! Eu não me canso de ver e já fiz todo mundo aqui em casa assistir comigo também. Não teve quem não se emocionou!

E como eu amei muito o filme, é claro que eu comprei o livro também! Confesso que eu não ligava muito para essa história de ler primeiro para assistir depois, na verdade eu até preferia ler antes para não correr o risco de se decepcionar quando fosse assistir (já que os filmes cortam e modificam bastante a história original). Mas acho que dessa vez eu deveria ter feito o contrário mesmo, ter primeiro lido para depois assistir. Porque eu não conseguia me desapegar da construção dos personagens e dos cenários que o filme, e daí isso me atrapalhou um pouco. Me emocionei e gostei da história igual, mas eu poderia ter viajado mais se tivesse feito o contrário.

Então fica a dica para quem ficou com vontade de assistir e ler também! A história não é água com açúcar, é romântica na medida certa e com um final impactante!!!

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Unhas e leitura da semana

Essa semana eu fiz mais uma misturinha de esmalte e amei o resultado!

Eu queria um rosa mais fechado, então passei primeiro o esmalte da coleção da Bruna Marquezine para a Ludurana, a cor Segredo, e depois passei o da coleção da Marina Ruy Barbosa para a Hits, a cor Patricinha (os dois têm lá na Bonita Cosméticos). Os dois são esmaltes cremosos e com uma boa cobertura, só precisei passar uma mão de cada para ficar do jeito que eu queria.

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Aproveitando a foto, fica a dica de leitura! Esse livro da Gayle Forman é a continuação do livro “Se eu ficar”. Eu gostei tanto do primeiro que já emendei o segundo (mesmo tendo um monte de livros na fila para ler antes). É um romance nada meloso e previsível. Cada capitulo te instiga a ler mais, e a narração te conduz para dentro da história. Eu sei que já saiu o filme baseado no primeiro livro, mas como eu ainda não assisti, então posso dizer se é melhor ou não. Mas os livros eu recomendo!

Vocês já leram algum deles ou assistiram o filme? 🙂

Então, eu achei: filme

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No dia 31 de janeiro estreou em todo o país o filme “A menina que roubava livros”. Baseado no bestseller de mesmo nome, do australiano Markus Suzak, o filme se passa na Alemanha, durante a Segunda Guerra Mundial e conta a história de Liesel Meminger, uma garota que, filha de mãe comunista, é entregue para ser criada por outra família.

Sua paixão por livros começa no funeral de seu irmãozinho, que faleceu durante a viagem à nova casa. No enterro o coveiro deixa cair um livro o qual Liesel esconde e carrega com muito carinho. Ao chegar sozinha à casa da nova família, ela se apega ao tal livro mas não sabe do que se trata, pois não sabe ler.

Com a ajuda do pai adotivo, Leisel aprende a ler e se encanta com o mundo de possibilidades e novas palavras que os livros lhe proporcionam, porém o regime nazista impede que as pessoas tenham acesso à literatura, o que dificuldade o acesso da garota à novas obras.

Eu já tinha tentado ler o livro algumas vezes, mas não passava do primeiro capítulo. O livro não me prendia, mas eu tinha muita curiosidade sobre a história que comoveu milhares de leitores. Sempre que perguntavam em grupos de discussões qual o livro mais havia emocionado os leitores, “A menina que roubava livros” era um dos títulos mais citados. Então quando o filme estreou fui correndo ao cinema para conferir e nossa, valeu muito a pena!

O filme é fofo e trata com leveza o assunto “Segunda Guerra Mundial”. Li algumas críticas, dizendo que o filme não deu importância à terrível época, mas acho que nem era a intenção. Não é a história da Segunda Guerra Mundial. É a história de uma garota, que viveu durante a Segunda Guerra. Percebe a diferença?

Li também críticas de leitores, que diziam que na adaptação para o cinema a relação de Liesel com os livros tinha ficado “superficial”. Bom, como disse, eu não li o livro e entendo o que os leitores criticaram, pois em outras situações também me decepcionei com a adaptação cinematográfica de um título que eu tenha gostado muito. Mas acho que a gente precisa abstrair e entender que os livros sempre serão mais ricos em detalhes e que na adaptação para o cinema, são destacados aspectos que o Diretor do filme quer valorizar e não necessariamente o que nós, ao lermos o livro, achamos mais importante.

De qualquer forma, achei o filme lindo de viver! Chorei, chorei, chorei, mas sai do cinema feliz, pois, na minha opinião, é o tipo de filme que vale a pena pagar o ingresso.

Beijos,
Andresa

Foto: reprodução.

Então, eu achei: filme

Confesso que pensei 2 vezes se deveria escrever sobre esse filme. Achei arriscado dar minha opinião sobre um clássico. Mas como opinião é pessoal e não necessariamente uma sentença, resolvi dizer o que achei.

Então, a sinopse do filme diz que é uma adaptação do espetáculo da Broadway, que foi inspirado na obra,  do escritor francês Victor Hugo.

Tive vontade de assisti-lo, pois adoro filmes épicos, adoro a Anne Hathaway e estava curiosa pela famosa história de Victor Hugo, que eu sei que jamais terei paciência de ler. – Sendo bem franca, não me interesso muito por esses clássicos,cults, com linguagem difícil que eu custo a assimilar… rs– Mas quando o filme entrou em cartaz nos cinemas eu vi que se tratava de um musical com quase 3 horas de duração e desanimei. Era preciso mais do que um pouco de curiosidade para encarar esse desafio. Rs Então fiz uma viagem longa, 9 horas de voo e adivinha qual filme tinha para assistir? Ele mesmo. Como eu não tinha para onde correr, ficaria presa ali pelas próximas 9 horas, encarei o desafio.

O filme começou e já fiquei meio incomodada. Era mesmo um musical. Todas as falas, TODAS, eram contadas. Precisei pausar o filme duas vezes para tirar um cochilo, mas acho que a culpa foi mesmo do fuso horário.

O filme é lindo. Triste, forte, cantado, mas muito bonito!

A sinopse diz: A história se passa em plena Revolução Francesa do século XIX. Jean Valjean (Hugh Jackman) rouba um pão para alimentar a irmã mais nova e acaba sendo preso por isso. Solto tempos depois, ele tentará recomeçar sua vida e se redimir. Ao mesmo tempo em que tenta fugir da perseguição do inspetor Javert (Russell Crowe).  Dai a trama se desenvolve e a gente entra naquele mundo de opressão, de muita desigualdade, sofrimento e de muita, muita, muita, muita injustiça.

Sabe aquele filme que te prende? Depois dos meus dois cochilos fiquei vidrada. Adoro história e o filme mostra um ponto de vista da Revolução Francesa que eu não conseguia compreender nos tempos de escola. Não sei se não conseguia ou se não tinha tanto interesse em entender o que de fato aconteceu, o que motivou aquelas pessoas a se rebelarem contra o sistema, contra o poder dos mais ricos e mais “fortes”. Fiquei impressionada com as condições de vida daqueles que lutaram por si e por nós, afinal se não tivessem se rebelado talvez estivéssemos na mesma situação ainda.

Eu estava exatamente voltando de Paris quando assisti ao filme e fiquei pensando que toda aquela majestosa cidade, de prédios lindos, históricos e centenários que eu tinha acabado de conhecer tinha sido construída as custas de muitas vidas. Vidas como a de Fantine, personagem da Anne Hathaway, Jean Valejean, personagem do Hugh Jackman e tantos outros miseráveis.

Pra mim o filme foi motivador. Terminei de assisti-lo com a sensação de que têm razão aqueles que dizem que o mundo está melhorando. E está mesmo! Para e pensa, hoje podemos trabalhar e lutar pelos nossos direitos sem sermos condenados à guilhotina. É claro que ainda temos um caminho longo a percorrer e algumas aberrações cometem atrocidades por ai, mas em geral eu não acho que o mundo esteja piorando.

Ops, me perdi do assunto, né? Rs Voltando a falar do filme, no final das contas eu gostei muito! O filme é lindo e acho que mesmo sendo musical, vale à pena ser assistido.

Beijos,

Andresa

FILME

Os miseráveis(LesMisérables)

Gênero: drama, musical

Duração: 2h 38min

Elenco: Hugh Jackman, Russell Crowe e Anne Hathaway.

Lançamento: fevereiro de 2013.

Os Miseráveis

Foto: reprodução.

Então eu achei: filme

Este final de semana estreou o filme brasileiro “A Busca” com o Wagner Moura. Como eu acho que existe um “padrão de qualidade Wagner Moura”, corri para o cinema para conferir o filme.

Assim como eu compro os livros pela capa, eu escolho os filmes pelo trailer e sinceramente, o trailer deste me enganou.

Pelo trailer o filme parece ter ação do inicio ao fim. Uma coisa meio “Busca Implacável”, com o Liam Neeson, em que ele tem a filha e uma amiga desaparecem em uma viagem à Paris e ele corre para resgatá-las.  Mas não é bem assim… o filme brasileiro é muito mais introspectivo.

“A Busca” tem uma “pegada” diferente. Uma dinâmica mais próxima do cinema europeu do que do “Tropa de Elite”.

Particularmente, eu gostei. Gostei muito! Mas acho que infelizmente não vai agradar a maioria do público brasileiro, assim como o cinema europeu também não agrada tanto por aqui. 😦

Achei o filme poético. Super sútil! No meu entendimento, a busca da personagem do Wagner Moura vai muito além do resgate do filho. O desaparecimento do filho único é o “start” para um reencontro mais pessoal, de avaliação e resgate de todas as relações pessoais da personagem. Tanto com o filho, com a esposa, com o pai e com ele próprio.

Eu gostei bastante e acho que vale à pena ser visto.

FILME: A Busca

Elenco: Wagner Moura, Mariana Lima e Lima Duarte.

Gênero: Drama

Duração: 1h 36min

Lançamento: 15 de março de 2013

Beijos,

Andresa

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Foto: reprodução.

Então eu achei: filme

Um final de semana desses resolvi inovar e assisti um filme argentino (e a Argentina tem alguma tradição em cinema? Desconheço…) e mais, assisti pelo notebook.

Nunca tinha feito isso. Confesso que tenho certa aversão por assistir e ler coisas pelo computador, exceto vídeos do youtube e textos de blogs, né?

Uma colega minha de trabalho tinha me falado desse filme no início de 2012, uma semana antes de eu ir para Buenos Aires. Fiquei curiosa e queria assistí-lo antes da viagem, mas acabou não dando tempo. Voltei de Buenos Aires, arrumei mais um trilhão de coisas para fazer (livros para ler e filmes para assistir) e esqueci o Medianeras.

Até que um dia essa mesma colega estava com o filme no pendrive e resolvi copiá-lo, mesmo imaginando que eu não iria assistí-lo pela aversão ao notebook. Mas no domingo à noite eu estava organizando uns arquivos no computador e resolvi aproveitar o embalo e testar essa “nova” forma de assistir filmes. Foi minha primeira vez! rs

Coloquei o notebook na minha escrivaninha em frente à cama. Deitada de lado, a tela do note ficou bem na altura dos meus olhos. Super confortável. Adorei!

O filme começou. De ínicio ele mostra alguns lugares bem legais de Buenos Aires. Mostrou um prédio que tinha me chamado atenção na viagem. Ele tinha uma arquitetura meio gótica (nem sei se é gótica mesmo) e “adaptaram” uma parede espelhada atrás. Eu até fotografei esse prédio e me lembro que comentei com o namorado que tinha achado interessante, pois eles modernizaram o prédio, mas mantiveram parte da arquitetura original. Não que tenha ficado bonito, mas ficou interessante.

O filme mostrou também a obra do Teatro Colón. Pô, essa obra foi demorada, hein? O filme é de 2011 (não sei quando foi filmado) e em fevereiro de 2012, quando fui à Buenos Aires, os tapumes ainda estavam lá.

Aaa, com o filme conheci o Planetário de Buenos Aires. Na minha viagem ele estava fechado para reforma. Também fiquei sabendo que ele é inspirado em Saturno e que a maioria das pessoas acha que ele se parece com uma nave espacial. Para mim, ele era apenas uma bola de golf.

Mas o que eu mais gostei no filme foi a história singela. Ela narra a vida de dois personagens com muitas coisas em comum, entre elas a solidão. Mas embora tenham afinidades e morem tão perto, eles não se conhecem e é ai que a trama desenrola, ou enrola…

O filme é simples, mas super bem feito. Também não sou nenhuma crítica de cinema, não sei o que é bom, ou ruim. Só sei do que gosto ou não e desse filme eu gostei. Ele tem uma pegada meio “cinema europeu”. Aquela coisa mais falada, mais pensada e menos ativa (quero dizer, com menos ação).

E como tudo o que eu gosto, tem romance. ADOREI! Vale à pena procurar na locadora.

MEDIANERAS – BUENOS AIRES NA ERA DO AMOR VIRTUAL

Diretor: Gustavo Taretto

Gênero: Romace/comédia (não sei…)

Tempo: 1h 35min

Trailer: Medianeras

Beijos,

Andresa

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Foto: Andresa Trentini