Então eu achei… NOVELA: Joia Rara

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Já viu algum post de indicação de novela na “blogsfera”? Eu não. Rs Mas é isso mesmo, estou aqui para dizer que o que achei sobre a “nova” novela das 18h da TV Globo.

Antes, vale ressaltar que sempre fui uma noveleira de carteirinha. Daquelas que não se limita às produções da Rede Globo. Sempre assisti às novelas do SBT, produções nacionais como “Pérola negra” e importadas, como todas as Marias interpretadas pela Thalia. Assisti também algumas coisas da Band e mais recentemente as novelas da Record.

Mas com a correria do dia a dia, meu tempo foi ficando cada vez mais escasso e mal tenho conseguido acompanhar a novela das 20h, que passa às 21h. rs

Em setembro estreou “Joia Rara”, a nova novela das 18h, e me chamou atenção. Nunca consegui assistir um único capítulo, mas o pouco que vi nos comerciais me deixou curiosa e agoniada, pois é praticamente impossível chegar em casa a tempo de acompanhá-la.

Sabe aquela coisa que fica martelando na sua cabeça? Era essa novela. Eu precisava assistir de qualquer jeito, então joguei no google e “descobri” o Globo.TV.  É um serviço da Globo, que você assina e tem acesso a todo o conteúdo integral da emissora. E mais, a mensalidade é baratex. Vou pagar R$ 12,90 por mês para assistir, via internet, a qualquer hora a minha tão esperada novela. Ah, e antes que eu me esqueça, não estou ganhando nada para “fazer” essa propaganda. É apenas uma divulgação de utilidade pública. Hehehe Pelo menos para mim é de muita utilidade!

SINOPSE: Compaixão. Amor ao próximo. Liberdade. Prática do bem. Imbuir-se da filosofia budista é mergulhar, em resumo, na busca incansável por um mundo melhor. É lapidar a joia rara que existe dentro de cada um para tornar bom o que é ruim; etéreo o que é mundano. A história desta poderosa força transformadora será contada em Joia Rara. A novela fala do valor da amizade, do afeto e do amor, sem que isso soe piegas. No Brasil, a pobreza, muitas vezes, gera violência. No Nepal, não. É um país paupérrimo, mas as pessoas te recebem bem, sorriem pra você de forma sincera.

Tudo começa com um grande amor e polos que se atraem. De um lado Franz (Bruno Gagliasso), rapaz milionário, materialista e mimado; do outro Amélia (Bianca Bin), moça pobre, desprendida e batalhadora. Desta paixão à primeira vista, que enche de ódio os vilões Manfred (Carmo Dalla Vecchia) e Silvia (Nathalia Dill), nasce Pérola (Mel Maia). Como diz seu nome, a menina é pura e preciosa.

Com sua ajuda, os pais percebem que o amor que os uniu um dia nunca teve fim; unicamente por ela, o coração duro e preconceituoso do avô Ernest (José de Abreu) se ilumina de afeição. Pérola é mesmo valiosa e especial, o que pode ser explicado pelos monges: ela é a reencarnação de Ananda (Nelson Xavier), um líder espiritual budista. Pérola tem, portanto, uma missão: ensinar as pessoas a amar incondicionalmente.

O ponto de partida de Joia Rara é no monte Everest, onde Franz (Bruno Gagliasso), Manfred (Carmo Dalla Vecchia) e Eurico (Sacha Bali) participam de uma escalada, em 1935. Há uma avalanche na montanha, e Franz é resgatado por monges. Muito ferido, é acolhido por Ananda (Nelson Xavier) e passa semanas convalescendo no mosteiro. Do convívio de Franz e Ananda nasce uma profunda amizade, que será muito importante para a trama da novela.

Em um arco de tempo que vai de 1935 a 1945, Joia Rara tem cenários exuberantes como os Himalaias e o Rio de Janeiro, com sua Copacabana, a Lapa boêmia e o brilho de seus cabarés.

A novela tem ainda no elenco Carolina Dieckmann, Mariana Ximenes, Domingos Montagner, Thiago Lacerda, Caio Blat, Letícia Spiller, Luiz Gustavo, Luiza Valdetaro, Reginaldo Faria, Nicette Bruno, Marcos Caruso, Tiago Abravanel, entre outros.

Encontrei a sinopse acima no link: http://resumonovela.org/televisao/joia-rara-sinopse-da-novela.html

Comecei a assistir a novela e estou AMANDO! A fotografia é linda, o elenco é fera e a história é bem amarrada. Parece filme!  Então, eu acho que vale à pena assistir.

JOIA RARA

Texto: Duca Rachid e Thelma Guedes, os mesmos que escreveram  “Cordel Encantado”.

Direção: Amora Mautner  de “Avenida Brasil” e Ricardo Waddington, também de “Cordel Encantado”

Canal: TV Globo

Horário: 18h

Ah, depois que colocar os capítulos de Joia Rara em dia, vou começar a assistir “Cordel Encantado”, outra novela das seis que lamentei por não acompanhar.

Beijos,

Andresa

Então, eu achei… MÚSICA: Marcelo Jeneci

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“Melhor viver, meu bem

Pois há um lugar em que o sol brilha pra você

Chorar, sorrir também e depois dançar

Na chuva quando a chuva vem”

Já ouviu isso em algum lugar? É o refrão da música “Felicidade” do primeiro CD de Marcelo Jeneci. Só por aí já da para ter uma ideia da delícia que é o CD dele, né?

Uma noite eu estava em casa assistindo o programa “Chuva de arroz” no canal GNT e ouvi uma música que me chamou a atenção. Anotei um trecho no celular e colei no Google para pesquisar. Fiquei encantada! A música era exatamente essa do início do post. Que delícia! Pesquisei outras coisas do então descoberto Marcelo Jeneci e fiquei louca pelo CD (sou dessas que ainda compra CD).

Na manhã seguinte fui trabalhar repetindo o refrão da música como se fosse um mantra e na hora do almoço corri no shopping para comprá-lo. Confesso que não foi fácil achar o tal CD. Precisei ir a três lojas para finalmente encontrá-lo. Voltei para o trabalho e adivinha? Meu CD estava arranhado. Corri na loja e troquei. A minha sorte é que trabalho ao lado do shopping. Rs

Mas parando de falar de mim e voltando a falar do tema do post, o CD inteirinho é uma delícia. O tipo de letra que era poesia e virou música. Muita boa de ouvir, que toca na alma, pelo menos na minha, e no coração. O tipo de música que descansa a cabeça, que relaxa a mente e deixa a gente feliz.

Não é o tipo de batida para ouvir durante uma corrida. Mas é o tipo de música para ouvir quando a vida ta corrida. Música que conforta, que abraça e arranca sorriso.   Acha que estou exagerando? Então assista o clip de “Felicidade” e tire suas próprias conclusões.

Ah, outra coisa que achei muito legal, é que este CD é fruto de um concurso promovido pela empresa Natura. Em 2009, o artista participou de um concurso musical realizado pela Natura e entre mais de 730 inscritos foi o grande vencedor. Como prêmio, ganhou um CD patrocinado pela empresa. Não é o máximo? Fico encantada com empresas com iniciativas assim.

Quer mais argumentos para correr no youtube e ouvir o Jeneci? “Feito para acabar” foi eleito um dos melhores discos de 2010, segundo veículos como a revista Rolling Stone.   Que tal?

FEITO PARA ACABAR

Artista: Marcelo Jeneci

Gravadora: Som livre

Faixas: 13

Não estou ganhando nada por isso, mas este é o link para comprar o CD.

Beijos,

Andresa

Então eu achei: filme

Um final de semana desses resolvi inovar e assisti um filme argentino (e a Argentina tem alguma tradição em cinema? Desconheço…) e mais, assisti pelo notebook.

Nunca tinha feito isso. Confesso que tenho certa aversão por assistir e ler coisas pelo computador, exceto vídeos do youtube e textos de blogs, né?

Uma colega minha de trabalho tinha me falado desse filme no início de 2012, uma semana antes de eu ir para Buenos Aires. Fiquei curiosa e queria assistí-lo antes da viagem, mas acabou não dando tempo. Voltei de Buenos Aires, arrumei mais um trilhão de coisas para fazer (livros para ler e filmes para assistir) e esqueci o Medianeras.

Até que um dia essa mesma colega estava com o filme no pendrive e resolvi copiá-lo, mesmo imaginando que eu não iria assistí-lo pela aversão ao notebook. Mas no domingo à noite eu estava organizando uns arquivos no computador e resolvi aproveitar o embalo e testar essa “nova” forma de assistir filmes. Foi minha primeira vez! rs

Coloquei o notebook na minha escrivaninha em frente à cama. Deitada de lado, a tela do note ficou bem na altura dos meus olhos. Super confortável. Adorei!

O filme começou. De ínicio ele mostra alguns lugares bem legais de Buenos Aires. Mostrou um prédio que tinha me chamado atenção na viagem. Ele tinha uma arquitetura meio gótica (nem sei se é gótica mesmo) e “adaptaram” uma parede espelhada atrás. Eu até fotografei esse prédio e me lembro que comentei com o namorado que tinha achado interessante, pois eles modernizaram o prédio, mas mantiveram parte da arquitetura original. Não que tenha ficado bonito, mas ficou interessante.

O filme mostrou também a obra do Teatro Colón. Pô, essa obra foi demorada, hein? O filme é de 2011 (não sei quando foi filmado) e em fevereiro de 2012, quando fui à Buenos Aires, os tapumes ainda estavam lá.

Aaa, com o filme conheci o Planetário de Buenos Aires. Na minha viagem ele estava fechado para reforma. Também fiquei sabendo que ele é inspirado em Saturno e que a maioria das pessoas acha que ele se parece com uma nave espacial. Para mim, ele era apenas uma bola de golf.

Mas o que eu mais gostei no filme foi a história singela. Ela narra a vida de dois personagens com muitas coisas em comum, entre elas a solidão. Mas embora tenham afinidades e morem tão perto, eles não se conhecem e é ai que a trama desenrola, ou enrola…

O filme é simples, mas super bem feito. Também não sou nenhuma crítica de cinema, não sei o que é bom, ou ruim. Só sei do que gosto ou não e desse filme eu gostei. Ele tem uma pegada meio “cinema europeu”. Aquela coisa mais falada, mais pensada e menos ativa (quero dizer, com menos ação).

E como tudo o que eu gosto, tem romance. ADOREI! Vale à pena procurar na locadora.

MEDIANERAS – BUENOS AIRES NA ERA DO AMOR VIRTUAL

Diretor: Gustavo Taretto

Gênero: Romace/comédia (não sei…)

Tempo: 1h 35min

Trailer: Medianeras

Beijos,

Andresa

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Foto: Andresa Trentini

Então eu achei: livro+filme

Um dia desses eu estava na livraria atrás de um livro para o namorado e enquanto esperava para ser atendida, escutei o vendedor sugerir esse título à outra cliente. Ele contou um pouco sobre o livro e eu fiquei super curiosa.

Fiquei curiosa por ser um livro que se passa no Deserto do Atacama, por ser escrito por um chileno, que eu ainda não tinha ouvido falar, e por ter um título e uma capa tão diferentes. Esses dois últimos atributos são o que geralmente me fazem escolher os livros que compro.

O texto é bem singelo. Conta a história de uma família, que embora pobre e castigada pela aridez do deserto e pelos percalços da vida, como o acidente de trabalho que deixa o pai paralítico, gosta de cinema. Isso mesmo, uma família humilde que gosta muito de cinema! Uma família que apesar de todas as dificuldades (que não são poucas e não vou contar para não perder a graça), vê no cinema um importante momento de distração e cultura.

Porém, como não tem dinheiro para pagar a entrada do cinema para seus 5 filhos, o pai decide fazer um concurso para escolher entre eles o que melhor conta as histórias. Assim, um a um vai ao cinema e na volta descreve o filme ao pai e aos irmãos. Como o título do livro sugere, a filha é escolhida e a partir de então se desenrola uma simples e emocionante história.

Gostei muito do livro! Ele foi relativamente caro, pelo tamanho, mas depois de lê-lo achei o preço mais do que justo. Dentre todos os livros que comprei e li em 2012, sem dúvidas esse foi o melhor!

Sabe quando você fica feliz por ter feito alguma coisa? Então, eu fiquei feliz de ter tido a oportunidade de ler esse livro. Não sou crítica literária nem nada, mas achei o texto tão bem escrito. Até fiquei pensando de quem seria o mérito, se do escritor ou do tradutor do livro. No final das contas acho que o mérito é dos dois. Se o texto for ruim, o tradutor não conseguirá fazer milagres. Por outro lado, se o tradutor não for bom, ele consegue estragar qualquer história.

Então, eu achei o livro tão bacana que resolvi compartilhar:

A CONTADORA DE FILMES

Autor: Hernán Riviera Letelier

Tradução: Eric Nepomuceno

Editora: Cosac Naify

Páginas: 112 (Mas ele é pequeno. Tem páginas com 5 linhas de texto.)

Beijos,

Andresa

Captura de tela inteira 04022014 215645

Foto: Andresa Trentini.