Red Carpet: Oscars 2015

Ontem o domingo foi de muito glamour em Los Angeles para a premiação do Oscars 2015, a maior premiação do cinema mundial!

As famosas arrasaram nos looks, em especial a diva Jennifer Lopez e a Rita Ora!

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Melhor ator coadjuvante
J.K. Simmons (“Whiplash – Em Busca da Perfeição”)

Melhor figurino
“O Grande Hotel Budapeste” – Milena Canonero

Melhor cabelo e maquiagem
“O Grande Hotel Budapeste” – Frances Hannon, Mark Coulier

Melhor filme estrangeiro
“Ida” (Polônia)

Melhor curta de ficção
“The Phone Call” – Mat Kirkby e James Lucas

Melhor documentário curta-metragem
“Crisis Hotline: Veterans Press 1″ – Ellen Goosenberg Kent e Dana Perry – VENCEDOR

Melhor mixagem de som
“Whiplash: Em Busca da Perfeição”

Melhor edição de som
“Sniper Americano” – Alan Robert Murray, Bub Asman

Melhor atriz coadjuvante
Patricia Arquette, “Boyhood – Da Infância à Juventude”

Melhores efeitos visuais
“Interestelar”

Melhor curta de animação
“O Banquete” – Patrick Osborne e Kristina Reed

Melhor longa de animação
“Operação Big Hero” – Don Hall, Chris Williams e Roy Conli

Melhor desenho de produção
“O Grande Hotel Budapeste” – Adam Stockhausen e Anna Pinnock

Melhor montagem
Whiplash!

Melhor fotografia
Emmanuel Lubezki – “Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)”

Melhor documentário
“Citizenfour”

Melhor trilha sonora original
“O Grande Hotel Budapeste” – Alexandre Desplat

Melhor roteiro original
Alejandro González Inarritu, Nicolas Giacobone, Alexander Dinelaris, Armando Bo, “Birdman

Melhor edição
“Whiplash – Em Busca da Perfeição” – Tom Cross

Melhor canção original
“Glory”, by John Stephens e Lonnie Lynn (“Selma”)

Melhor roteiro adaptado
Graham Moore, “O Jogo da Imitação”

Melhor direção
Alejandro G. Iñárritu – “Birdman”

Melhor ator
Eddie Redmayne (“A Teoria de Tudo”)

Melhor atriz
Julianne Moore (“Para Sempre Alice”)

Melhor filme
“Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)”

Fotos: reprodução.

Então, eu achei: filme

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No dia 31 de janeiro estreou em todo o país o filme “A menina que roubava livros”. Baseado no bestseller de mesmo nome, do australiano Markus Suzak, o filme se passa na Alemanha, durante a Segunda Guerra Mundial e conta a história de Liesel Meminger, uma garota que, filha de mãe comunista, é entregue para ser criada por outra família.

Sua paixão por livros começa no funeral de seu irmãozinho, que faleceu durante a viagem à nova casa. No enterro o coveiro deixa cair um livro o qual Liesel esconde e carrega com muito carinho. Ao chegar sozinha à casa da nova família, ela se apega ao tal livro mas não sabe do que se trata, pois não sabe ler.

Com a ajuda do pai adotivo, Leisel aprende a ler e se encanta com o mundo de possibilidades e novas palavras que os livros lhe proporcionam, porém o regime nazista impede que as pessoas tenham acesso à literatura, o que dificuldade o acesso da garota à novas obras.

Eu já tinha tentado ler o livro algumas vezes, mas não passava do primeiro capítulo. O livro não me prendia, mas eu tinha muita curiosidade sobre a história que comoveu milhares de leitores. Sempre que perguntavam em grupos de discussões qual o livro mais havia emocionado os leitores, “A menina que roubava livros” era um dos títulos mais citados. Então quando o filme estreou fui correndo ao cinema para conferir e nossa, valeu muito a pena!

O filme é fofo e trata com leveza o assunto “Segunda Guerra Mundial”. Li algumas críticas, dizendo que o filme não deu importância à terrível época, mas acho que nem era a intenção. Não é a história da Segunda Guerra Mundial. É a história de uma garota, que viveu durante a Segunda Guerra. Percebe a diferença?

Li também críticas de leitores, que diziam que na adaptação para o cinema a relação de Liesel com os livros tinha ficado “superficial”. Bom, como disse, eu não li o livro e entendo o que os leitores criticaram, pois em outras situações também me decepcionei com a adaptação cinematográfica de um título que eu tenha gostado muito. Mas acho que a gente precisa abstrair e entender que os livros sempre serão mais ricos em detalhes e que na adaptação para o cinema, são destacados aspectos que o Diretor do filme quer valorizar e não necessariamente o que nós, ao lermos o livro, achamos mais importante.

De qualquer forma, achei o filme lindo de viver! Chorei, chorei, chorei, mas sai do cinema feliz, pois, na minha opinião, é o tipo de filme que vale a pena pagar o ingresso.

Beijos,
Andresa

Foto: reprodução.

Então, eu achei: filme

Confesso que pensei 2 vezes se deveria escrever sobre esse filme. Achei arriscado dar minha opinião sobre um clássico. Mas como opinião é pessoal e não necessariamente uma sentença, resolvi dizer o que achei.

Então, a sinopse do filme diz que é uma adaptação do espetáculo da Broadway, que foi inspirado na obra,  do escritor francês Victor Hugo.

Tive vontade de assisti-lo, pois adoro filmes épicos, adoro a Anne Hathaway e estava curiosa pela famosa história de Victor Hugo, que eu sei que jamais terei paciência de ler. – Sendo bem franca, não me interesso muito por esses clássicos,cults, com linguagem difícil que eu custo a assimilar… rs– Mas quando o filme entrou em cartaz nos cinemas eu vi que se tratava de um musical com quase 3 horas de duração e desanimei. Era preciso mais do que um pouco de curiosidade para encarar esse desafio. Rs Então fiz uma viagem longa, 9 horas de voo e adivinha qual filme tinha para assistir? Ele mesmo. Como eu não tinha para onde correr, ficaria presa ali pelas próximas 9 horas, encarei o desafio.

O filme começou e já fiquei meio incomodada. Era mesmo um musical. Todas as falas, TODAS, eram contadas. Precisei pausar o filme duas vezes para tirar um cochilo, mas acho que a culpa foi mesmo do fuso horário.

O filme é lindo. Triste, forte, cantado, mas muito bonito!

A sinopse diz: A história se passa em plena Revolução Francesa do século XIX. Jean Valjean (Hugh Jackman) rouba um pão para alimentar a irmã mais nova e acaba sendo preso por isso. Solto tempos depois, ele tentará recomeçar sua vida e se redimir. Ao mesmo tempo em que tenta fugir da perseguição do inspetor Javert (Russell Crowe).  Dai a trama se desenvolve e a gente entra naquele mundo de opressão, de muita desigualdade, sofrimento e de muita, muita, muita, muita injustiça.

Sabe aquele filme que te prende? Depois dos meus dois cochilos fiquei vidrada. Adoro história e o filme mostra um ponto de vista da Revolução Francesa que eu não conseguia compreender nos tempos de escola. Não sei se não conseguia ou se não tinha tanto interesse em entender o que de fato aconteceu, o que motivou aquelas pessoas a se rebelarem contra o sistema, contra o poder dos mais ricos e mais “fortes”. Fiquei impressionada com as condições de vida daqueles que lutaram por si e por nós, afinal se não tivessem se rebelado talvez estivéssemos na mesma situação ainda.

Eu estava exatamente voltando de Paris quando assisti ao filme e fiquei pensando que toda aquela majestosa cidade, de prédios lindos, históricos e centenários que eu tinha acabado de conhecer tinha sido construída as custas de muitas vidas. Vidas como a de Fantine, personagem da Anne Hathaway, Jean Valejean, personagem do Hugh Jackman e tantos outros miseráveis.

Pra mim o filme foi motivador. Terminei de assisti-lo com a sensação de que têm razão aqueles que dizem que o mundo está melhorando. E está mesmo! Para e pensa, hoje podemos trabalhar e lutar pelos nossos direitos sem sermos condenados à guilhotina. É claro que ainda temos um caminho longo a percorrer e algumas aberrações cometem atrocidades por ai, mas em geral eu não acho que o mundo esteja piorando.

Ops, me perdi do assunto, né? Rs Voltando a falar do filme, no final das contas eu gostei muito! O filme é lindo e acho que mesmo sendo musical, vale à pena ser assistido.

Beijos,

Andresa

FILME

Os miseráveis(LesMisérables)

Gênero: drama, musical

Duração: 2h 38min

Elenco: Hugh Jackman, Russell Crowe e Anne Hathaway.

Lançamento: fevereiro de 2013.

Os Miseráveis

Foto: reprodução.

Então eu achei: filme

Este final de semana estreou o filme brasileiro “A Busca” com o Wagner Moura. Como eu acho que existe um “padrão de qualidade Wagner Moura”, corri para o cinema para conferir o filme.

Assim como eu compro os livros pela capa, eu escolho os filmes pelo trailer e sinceramente, o trailer deste me enganou.

Pelo trailer o filme parece ter ação do inicio ao fim. Uma coisa meio “Busca Implacável”, com o Liam Neeson, em que ele tem a filha e uma amiga desaparecem em uma viagem à Paris e ele corre para resgatá-las.  Mas não é bem assim… o filme brasileiro é muito mais introspectivo.

“A Busca” tem uma “pegada” diferente. Uma dinâmica mais próxima do cinema europeu do que do “Tropa de Elite”.

Particularmente, eu gostei. Gostei muito! Mas acho que infelizmente não vai agradar a maioria do público brasileiro, assim como o cinema europeu também não agrada tanto por aqui. 😦

Achei o filme poético. Super sútil! No meu entendimento, a busca da personagem do Wagner Moura vai muito além do resgate do filho. O desaparecimento do filho único é o “start” para um reencontro mais pessoal, de avaliação e resgate de todas as relações pessoais da personagem. Tanto com o filho, com a esposa, com o pai e com ele próprio.

Eu gostei bastante e acho que vale à pena ser visto.

FILME: A Busca

Elenco: Wagner Moura, Mariana Lima e Lima Duarte.

Gênero: Drama

Duração: 1h 36min

Lançamento: 15 de março de 2013

Beijos,

Andresa

Captura de tela inteira 12062013 150730

Foto: reprodução.