Então, eu achei… MÚSICA: Marcelo Jeneci

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“Melhor viver, meu bem

Pois há um lugar em que o sol brilha pra você

Chorar, sorrir também e depois dançar

Na chuva quando a chuva vem”

Já ouviu isso em algum lugar? É o refrão da música “Felicidade” do primeiro CD de Marcelo Jeneci. Só por aí já da para ter uma ideia da delícia que é o CD dele, né?

Uma noite eu estava em casa assistindo o programa “Chuva de arroz” no canal GNT e ouvi uma música que me chamou a atenção. Anotei um trecho no celular e colei no Google para pesquisar. Fiquei encantada! A música era exatamente essa do início do post. Que delícia! Pesquisei outras coisas do então descoberto Marcelo Jeneci e fiquei louca pelo CD (sou dessas que ainda compra CD).

Na manhã seguinte fui trabalhar repetindo o refrão da música como se fosse um mantra e na hora do almoço corri no shopping para comprá-lo. Confesso que não foi fácil achar o tal CD. Precisei ir a três lojas para finalmente encontrá-lo. Voltei para o trabalho e adivinha? Meu CD estava arranhado. Corri na loja e troquei. A minha sorte é que trabalho ao lado do shopping. Rs

Mas parando de falar de mim e voltando a falar do tema do post, o CD inteirinho é uma delícia. O tipo de letra que era poesia e virou música. Muita boa de ouvir, que toca na alma, pelo menos na minha, e no coração. O tipo de música que descansa a cabeça, que relaxa a mente e deixa a gente feliz.

Não é o tipo de batida para ouvir durante uma corrida. Mas é o tipo de música para ouvir quando a vida ta corrida. Música que conforta, que abraça e arranca sorriso.   Acha que estou exagerando? Então assista o clip de “Felicidade” e tire suas próprias conclusões.

Ah, outra coisa que achei muito legal, é que este CD é fruto de um concurso promovido pela empresa Natura. Em 2009, o artista participou de um concurso musical realizado pela Natura e entre mais de 730 inscritos foi o grande vencedor. Como prêmio, ganhou um CD patrocinado pela empresa. Não é o máximo? Fico encantada com empresas com iniciativas assim.

Quer mais argumentos para correr no youtube e ouvir o Jeneci? “Feito para acabar” foi eleito um dos melhores discos de 2010, segundo veículos como a revista Rolling Stone.   Que tal?

FEITO PARA ACABAR

Artista: Marcelo Jeneci

Gravadora: Som livre

Faixas: 13

Não estou ganhando nada por isso, mas este é o link para comprar o CD.

Beijos,

Andresa

Então, eu achei: comunicação

Fazer comunicação é fácil, né? Afinal, todo mundo se comunica. Uns falam, outros escrevem, alguns desenham e tem aqueles que só de olhar já conseguem se comunicar. A comunicação é nata ao ser humano. Mas será que todo mundo sabe fazer isso direito e consegue passar a mensagem de maneira clara, para o público certo e com conteúdo relevante?

Tenho as minhas dúvidas, mas muita gente acredita que sim e é por isso que o jornalista concorre com a blogueiraque escreve errado, mas ganha credencial de “imprensa” para “cobrir” eventos, eo publicitário concorre com o sobrinho de 13 anos do dono da loja, que “manja” de photoshop e cria “maravilhas” com comicsans. Porque acreditam que eles sabem se comunicar.

E talvez eles saibam mesmo. Com certeza o post da blogueira e a criação do garoto passam uma mensagem para seus públicos. Não vou questionar o dom de cada um. Mas será que passam a mensagem certa?

Se é uma questão de dom, por que estudar teorias da comunicação, sociologia, filosofia e tantas outras disciplinas teóricas? Porque são elas que nos dão argumentos para definir qual o melhor canal, linguagem, abordagem para passar a mensagem para o público definido.

Mais do que comunicar, o profissional de comunicação tem o desafio de fazer bem feito e de convencer seus interlocutores de que é o profissional certo para isso. E quando consegue, quando embasa seus argumentos, faz a sua mensagem brilhar e se destacar no meio de tantas blogueiras e criativos “natos” que existem por ai. Estudar comunicação vale à pena!

Andresa Trentini

Formada em Publicidade e Propaganda, com MBA em Marketing.

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Foto: reprodução.

Então, eu achei: filme

Confesso que pensei 2 vezes se deveria escrever sobre esse filme. Achei arriscado dar minha opinião sobre um clássico. Mas como opinião é pessoal e não necessariamente uma sentença, resolvi dizer o que achei.

Então, a sinopse do filme diz que é uma adaptação do espetáculo da Broadway, que foi inspirado na obra,  do escritor francês Victor Hugo.

Tive vontade de assisti-lo, pois adoro filmes épicos, adoro a Anne Hathaway e estava curiosa pela famosa história de Victor Hugo, que eu sei que jamais terei paciência de ler. – Sendo bem franca, não me interesso muito por esses clássicos,cults, com linguagem difícil que eu custo a assimilar… rs– Mas quando o filme entrou em cartaz nos cinemas eu vi que se tratava de um musical com quase 3 horas de duração e desanimei. Era preciso mais do que um pouco de curiosidade para encarar esse desafio. Rs Então fiz uma viagem longa, 9 horas de voo e adivinha qual filme tinha para assistir? Ele mesmo. Como eu não tinha para onde correr, ficaria presa ali pelas próximas 9 horas, encarei o desafio.

O filme começou e já fiquei meio incomodada. Era mesmo um musical. Todas as falas, TODAS, eram contadas. Precisei pausar o filme duas vezes para tirar um cochilo, mas acho que a culpa foi mesmo do fuso horário.

O filme é lindo. Triste, forte, cantado, mas muito bonito!

A sinopse diz: A história se passa em plena Revolução Francesa do século XIX. Jean Valjean (Hugh Jackman) rouba um pão para alimentar a irmã mais nova e acaba sendo preso por isso. Solto tempos depois, ele tentará recomeçar sua vida e se redimir. Ao mesmo tempo em que tenta fugir da perseguição do inspetor Javert (Russell Crowe).  Dai a trama se desenvolve e a gente entra naquele mundo de opressão, de muita desigualdade, sofrimento e de muita, muita, muita, muita injustiça.

Sabe aquele filme que te prende? Depois dos meus dois cochilos fiquei vidrada. Adoro história e o filme mostra um ponto de vista da Revolução Francesa que eu não conseguia compreender nos tempos de escola. Não sei se não conseguia ou se não tinha tanto interesse em entender o que de fato aconteceu, o que motivou aquelas pessoas a se rebelarem contra o sistema, contra o poder dos mais ricos e mais “fortes”. Fiquei impressionada com as condições de vida daqueles que lutaram por si e por nós, afinal se não tivessem se rebelado talvez estivéssemos na mesma situação ainda.

Eu estava exatamente voltando de Paris quando assisti ao filme e fiquei pensando que toda aquela majestosa cidade, de prédios lindos, históricos e centenários que eu tinha acabado de conhecer tinha sido construída as custas de muitas vidas. Vidas como a de Fantine, personagem da Anne Hathaway, Jean Valejean, personagem do Hugh Jackman e tantos outros miseráveis.

Pra mim o filme foi motivador. Terminei de assisti-lo com a sensação de que têm razão aqueles que dizem que o mundo está melhorando. E está mesmo! Para e pensa, hoje podemos trabalhar e lutar pelos nossos direitos sem sermos condenados à guilhotina. É claro que ainda temos um caminho longo a percorrer e algumas aberrações cometem atrocidades por ai, mas em geral eu não acho que o mundo esteja piorando.

Ops, me perdi do assunto, né? Rs Voltando a falar do filme, no final das contas eu gostei muito! O filme é lindo e acho que mesmo sendo musical, vale à pena ser assistido.

Beijos,

Andresa

FILME

Os miseráveis(LesMisérables)

Gênero: drama, musical

Duração: 2h 38min

Elenco: Hugh Jackman, Russell Crowe e Anne Hathaway.

Lançamento: fevereiro de 2013.

Os Miseráveis

Foto: reprodução.

Então, eu achei: livro

Primeiro fiquei sabendo da existência do filme. No final de 2011 ele estava em cartaz, mas me enrolei e não consegui assisti-lo a tempo. Gosto de tudo o que a Anne Hathaway faz e ela era a mocinha do filme. Como já tinha perdido o filme no cinema, fui pesquisar sobre ele e descobri que era inspirado em um livro. Ah, não pensei duas vezes e corri para comprá-lo.

Comecei a ler o livro, mas a leitura estava meio empacada. Alias isso acontece muito comigo. Começo a ler super empolgada e dou uma desanimada, pois geralmente os livros não mostram a que vieram nas primeiras 30 páginas. Pensei em deixá-lo de lado, mas estava tão curiosa pelo filme e sabia que se não lesse o livro antes de assisti-lo eu  não o leria nunca.

Viajei e levei o livro a tira colo. Passei a lê-lo à noite, no hotel. Fui me interessando tanto pela história e pela dinâmica do texto, que durante os passeios de dia, ficava pensando nas personagens e imaginando o que estavam fazendo enquanto eu passeava. Rs Você já sentiu isso? As vezes me envolvo tanto com o livro que fico imaginando que eles vivem em uma realidade paralela. Rs

“Um dia” conta a história de Emma e Dex, colegas de faculdade, completamente diferentes e que ficam amigos na noite da formatura, em 15 de julho. Este dia é importante, pois todos os capítulos se passam no dia 15 de julho dos 20 anos seguintes, sempre mostrando os encontros e desencontros dos dois, os diferentes rumos que suas vidas tomaram e a força da amizade que se formou.

O livro prende a atenção. Vale à pena passar as primeiras páginas, pois a cada “ano/capítulo” ele vai ficando mais interessante. Fiquei super curiosa. Em alguns trechos sentia vontade de rir e até chorar. Na verdade eu chorei lendo o livro. Acho que em quem não assistiu o filme e não conhece a trama, esse deve ser o feito provocado.

Pois bem, terminei o livro encantada! Com nó na garganta e dor no coração. Com muita vontade de ver o filme para confirmar o que imaginei para os “meus” personagens. Como cheguei no livro por intermédio do filme, eu já lia imaginando a Anne como Emma. Mas eu não me lembrava do ator que fez o Dex e por isso o imaginei diferente. Rs

Cheguei de viagem e corri para baixar o filme. Assisti e fiquei decepcionada… mas isso geralmente acontece quando lemos um livro antes de assistirmos a sua versão de filme. O livro tem mais detalhes e provoca a nossa imaginação. Acho que tendemos a assimilar o que lemos de acordo com as nossas próprias experiências, o que faz com que demos mais ou menos destaque para algumas situações.

Acho que o filme é mais ou menos a interpretação do roteirista ou do diretor (realmente não sei, pois não entendo nada de cinema… rs) para o texto. E às vezes, na avaliação deles, fatos super relevantes para a gente não tem tanta importância para a trama. Quem sabe?

Acho que se eu tivesse assistido o filme antes de ler o livro, teria me apaixonado pelos dois. Mas como fiz o contrário, amei o livro e não gostei do filme.

Então, eu acho que de qualquer forma os dois valem à pena. Quem gosta de filme, assista-o. Quem gosta de livro, leia-o. E quem, como eu, gosta dos dois, faça o contrário do que eu fiz: primeira assista ao filme e depois leia o livro.

A orelha do livro resume bem a trama, mas não representa exatamente o que eu senti quando o li. Só consigo descrevê-lo com uma “palavra”: PUTZ!

Segue abaixo a descrição que está na orelha do livro:

Dexter Mayhew e Emma Morley se conheceram em 1988. Ambos sabem que no dia seguinte, após a formatura na universidade, deverão trilhar caminhos diferentes. Mas, depois de apenas um dia juntos, não conseguem parar de pensar um no outro.

Os anos se passam e Dex e Em levam vidas isoladas – vidas muito diferentes daquelas que eles sonhavam ter. Porém, incapazes de esquecer o sentimento muito especial que os arrebatou naquela primeira noite, surge uma extraordinária relação entre os dois.

Ao longo dos vinte anos seguintes, flashes do relacionamento deles são narrados, um por ano, todos no mesmo dia: 15 de julho. Dexter e Emma enfrentam disputas e brigas, esperanças e oportunidades perdidas, risos e lágrimas. E, conforme o verdadeiro significado desse dia crucial é desvendado, eles precisam acertar contas com a essência do amor e da própria vida.

Aguçou a curiosidade? Confira aqui a página da editora sobre o UM DIA. Nessa página tem o trailer do filme e o 1° capítulo do livro. =)

LIVRO

Um dia

Autor: David Nicholls

Páginas: 410

Editora: Intrínseca

Beijos,

Andresa

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Foto: reprodução.

Então, eu achei: livro

Depois que comecei a fazer aulas de francês tenho tido certa obsessão por tudo o que fala de Paris e tudo o que tenha a ilustração da Tour Eiffel. Esse livro tem as duas coisas… rs

Ganhei o livro de presente no Dia dos Namorados de 2012, mas como estava enrolada terminando o trabalho final do meu MBA e lendo outro livro, o “almoço em Paris” ficou na prateleira me esperando.

Um dia resolvi adiar o final da leitura do outro livro para finalmente conferir o que tinha de tão especial em um “Déjeuner à Paris”. O livro mistura romance e receitas. Hummmm delícia! Mas, como não sei nem fritar um ovo, as receitas não me chamaram muita atenção. São receitas mais “sofisticadas”, que levam ingredientes diferentes… enfim, eu lia só as referências das receitas, pois elas faziam parte do contexto da história, e seguia em frente.

O livro conta a história de Elizabeth, uma jornalista completamente cosmopolita, que conheceu um rapaz francês e depois de um tempo namorando à distância, resolveu se mudar para Paris e morar com ele. Ela descreve as situações inusitadas que passou para se adaptar à cidade, aos costumes e às pessoas.

Achei super interessante! Dá vontade de conhecer as feiras que ela frequentava para comprar frutas, verduras, flores e peixes.

No meio da leitura desse livro fui à livraria e me “apaixonei” por outras capas (geralmente escolho o livro pela capa! Rs). Comprei outros livros e fiquei doida para lê-los. Para não abandonar o “Almoço em Paris”, resolvi dividir as páginas que faltavam para terminar o livro por 7, para concluí-lo em uma semana, e assim passei a ter metas diárias de páginas para leitura.

Deu certo e não deu ao mesmo tempo. Eu consegui terminar o livro no prazo, mas acho que não aproveitei tanto a leitura quanto eu poderia ter aproveitado. Gosto de ler, parar e imaginar a cena, para depois voltar a ler. Como eu tinha uma meta diária, eu não podia parar para imaginar… eu tinha que ler, ler, ler e ler.

De qualquer forma, gostei bastante do livro. A história é bem contada (lembrando, não sou crítica literária!), bem amarrada e no final eu já me sentia amiga e confidente da “Beth” (íntima, né? Rs).

Aaaa, o mais legal é que a história é verídica! A autora diz que alguns nomes foram trocados para manter a privacidade, mas que infelizmente, ou felizmente, o nome do namorado não teve esse privilégio.

ALMOÇO EM PARIS

Autora: Elizabeth Bard

Tradução: Alexandre D’Elia

Editora: Leblon

Páginas: 384

Beijos,

Andresa

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Foto: Andresa Trentini.

Então eu achei: filme

Este final de semana estreou o filme brasileiro “A Busca” com o Wagner Moura. Como eu acho que existe um “padrão de qualidade Wagner Moura”, corri para o cinema para conferir o filme.

Assim como eu compro os livros pela capa, eu escolho os filmes pelo trailer e sinceramente, o trailer deste me enganou.

Pelo trailer o filme parece ter ação do inicio ao fim. Uma coisa meio “Busca Implacável”, com o Liam Neeson, em que ele tem a filha e uma amiga desaparecem em uma viagem à Paris e ele corre para resgatá-las.  Mas não é bem assim… o filme brasileiro é muito mais introspectivo.

“A Busca” tem uma “pegada” diferente. Uma dinâmica mais próxima do cinema europeu do que do “Tropa de Elite”.

Particularmente, eu gostei. Gostei muito! Mas acho que infelizmente não vai agradar a maioria do público brasileiro, assim como o cinema europeu também não agrada tanto por aqui. 😦

Achei o filme poético. Super sútil! No meu entendimento, a busca da personagem do Wagner Moura vai muito além do resgate do filho. O desaparecimento do filho único é o “start” para um reencontro mais pessoal, de avaliação e resgate de todas as relações pessoais da personagem. Tanto com o filho, com a esposa, com o pai e com ele próprio.

Eu gostei bastante e acho que vale à pena ser visto.

FILME: A Busca

Elenco: Wagner Moura, Mariana Lima e Lima Duarte.

Gênero: Drama

Duração: 1h 36min

Lançamento: 15 de março de 2013

Beijos,

Andresa

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Foto: reprodução.

Então eu achei: filme

Um final de semana desses resolvi inovar e assisti um filme argentino (e a Argentina tem alguma tradição em cinema? Desconheço…) e mais, assisti pelo notebook.

Nunca tinha feito isso. Confesso que tenho certa aversão por assistir e ler coisas pelo computador, exceto vídeos do youtube e textos de blogs, né?

Uma colega minha de trabalho tinha me falado desse filme no início de 2012, uma semana antes de eu ir para Buenos Aires. Fiquei curiosa e queria assistí-lo antes da viagem, mas acabou não dando tempo. Voltei de Buenos Aires, arrumei mais um trilhão de coisas para fazer (livros para ler e filmes para assistir) e esqueci o Medianeras.

Até que um dia essa mesma colega estava com o filme no pendrive e resolvi copiá-lo, mesmo imaginando que eu não iria assistí-lo pela aversão ao notebook. Mas no domingo à noite eu estava organizando uns arquivos no computador e resolvi aproveitar o embalo e testar essa “nova” forma de assistir filmes. Foi minha primeira vez! rs

Coloquei o notebook na minha escrivaninha em frente à cama. Deitada de lado, a tela do note ficou bem na altura dos meus olhos. Super confortável. Adorei!

O filme começou. De ínicio ele mostra alguns lugares bem legais de Buenos Aires. Mostrou um prédio que tinha me chamado atenção na viagem. Ele tinha uma arquitetura meio gótica (nem sei se é gótica mesmo) e “adaptaram” uma parede espelhada atrás. Eu até fotografei esse prédio e me lembro que comentei com o namorado que tinha achado interessante, pois eles modernizaram o prédio, mas mantiveram parte da arquitetura original. Não que tenha ficado bonito, mas ficou interessante.

O filme mostrou também a obra do Teatro Colón. Pô, essa obra foi demorada, hein? O filme é de 2011 (não sei quando foi filmado) e em fevereiro de 2012, quando fui à Buenos Aires, os tapumes ainda estavam lá.

Aaa, com o filme conheci o Planetário de Buenos Aires. Na minha viagem ele estava fechado para reforma. Também fiquei sabendo que ele é inspirado em Saturno e que a maioria das pessoas acha que ele se parece com uma nave espacial. Para mim, ele era apenas uma bola de golf.

Mas o que eu mais gostei no filme foi a história singela. Ela narra a vida de dois personagens com muitas coisas em comum, entre elas a solidão. Mas embora tenham afinidades e morem tão perto, eles não se conhecem e é ai que a trama desenrola, ou enrola…

O filme é simples, mas super bem feito. Também não sou nenhuma crítica de cinema, não sei o que é bom, ou ruim. Só sei do que gosto ou não e desse filme eu gostei. Ele tem uma pegada meio “cinema europeu”. Aquela coisa mais falada, mais pensada e menos ativa (quero dizer, com menos ação).

E como tudo o que eu gosto, tem romance. ADOREI! Vale à pena procurar na locadora.

MEDIANERAS – BUENOS AIRES NA ERA DO AMOR VIRTUAL

Diretor: Gustavo Taretto

Gênero: Romace/comédia (não sei…)

Tempo: 1h 35min

Trailer: Medianeras

Beijos,

Andresa

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Foto: Andresa Trentini

Então eu achei: livro

Confesso, comprei o livro pela capa. Quem não se encanta por um livro de capa dourada assim, lindo de viver? Ok, além da capa dourada, fiquei tentada em saber como era a Carrie de “Sex and the city” antes Mr. Big! Rs

Antes de comprá-lo, quando pesquisei na net sobre o livro, descobri que estavam gravando um seriado baseado nele e isso só aumentou minha curiosidade.

Encomendei o livro, que anda meio esgotado por aqui, e quando ele finalmente chegou precisei esperar terminar o livro que eu já estava lendo, para começá-lo. Foi então que viajei de férias e levei a Carrie na mala.

Achei o livro uma delícia! Nunca tinha lido nada da Candace Bushnell. Como comentei nesse post, assisti o seriado “Sex and the city” inteiro, mas nunca tinha lido nada dela.

Este livro ela escreve em primeira pessoa, como sendo um diário mesmo (óbvio) e de forma bem coloquial. O enredo também é bem juvenil. Fala do colégio, dos amigos, dos amores, dos sonhos, dos medos e das fofocas que toda jovem garota vive, em maiores ou menores proporções.

Por incrível que pareça, acho que gostei mais da jovem Carrie do que da famosa escritora Carrie Bradshaw. Quando jovem ela parecia mais segura e coerente do que depois de “velha”. Será que isso acontece com todo mundo?

Terminei o livro louca de vontade de ler a continuação (O verão e a cidade – Os diários de Carrie), mas não o encontrei nas livrarias por onde passei. De volta a Brasília, também o procurei em duas grandes livrarias e nada. Então, eu soube que nos EUA já tinha, finalmente, lançado o seriado “The Carrie Diaries” e pedi ajuda à minha irmã para procurar os episódios na internet.

Encontramos. Assisti dois dos cinco primeiros episódios e fiquei um pouco frustrada… O seriado é legal, de verdade! Mas não é igual ao livro. Mudaram algumas coisas, ignoraram algumas personagens e isso me deixou #xatiada. Rs

Eu já sabia que nas adaptações de livros para filmes algumas mudanças aconteciam. Mas daí a ignorar personagens que no livro fazem parte da trama? Eu não imaginava…

De qualquer forma acho que os dois valem à pena e como os seriados demoram um pouco para estrear no Brasil, dá para ir se familiarizando com a jovem Carrie pelos livros.

Já encomendei “O verão e a cidade” e estou curiosa para saber a continuação. O primeiro livro termina de um jeito que quem assistiu pelo menos um episódio de “Sex and the City” vai se interessar pelo desfecho. E é claro que eu não vou contar se não perde a graça! Rs

OS DIÁRIOS DE CARRIE

Autora: Candance Bushnell

Tradução: Maria João da Rocha Afonso

Editora: Galera Record

Páginas: 400

Andresa.

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Foto: Andresa Trentini.

Então eu achei: livro

Já posso eleger o melhor livro que li em 2013?

Quando me perguntei isso, tínhamos acabado de passar a primeira quinzena do primeiro mês de 2013. Meio cedo para eleger o melhor livro que li num ano que mal saiu das fraldas ainda, né? Mas esse livro é tão, tão, tão legal, que eu acho que já posso elegê-lo como o melhor de 2013.

Nossa, desde que comecei a lê-lo, não paro de dizer que as pessoas vão “pirar” quando lerem “Um lugar na janela” da Martha Medeiros. Tenho feito tanta propagando do livro que o risco das pessoas criarem muita expectativa com os meus comentários e se frustrarem depois é bem grande.

Acredita em destino? Eu acredito e tenho certeza de que estava no meu destino ler esse livro. Vou explicar: em menos de uma semana ganhei 2 exemplares desse mesmo livro. É ou não é coisa do destino? Um dia o namorado comprou este livro pela internet para mim e três dias depois ganhei o mesmo livro de amigo secreto.

E não poderia ter sido presente melhor. O livro é muito bom! A Martha Medeiros é muito divertida e escreve de uma forma leve, coloquial e muito próxima. Ela tem o dom de fazer com você se sinta sem fôlego com a altitude de Machu Picchu, deslumbrada com o mar de Fernando de Noronha, correndo na chuva em Paris… enfim, pelo menos foi assim que me senti.

Esse livro deveria ser patrocinado por alguma agência de viagens. Certeza de que venderiam  muitos pacotes! Rs Acho impossível a pessoa lê-lo e não pensar em quais serão suas próximas viagens. Em janeiro, quando o li, eu estava com duas viagens programadas para esse ano, uma das quais acabei de voltar e a outra que irei em breve, e fiquei com as lombrigas assanhadíssimas para programar mais umas cinco. Pena que não vai dar, pois não ganhei na mega da virada!

Mas se engana quem pensa que este é um livro com roteiros de viagem. Não é! É um livro de relatos de viagem. E acho que por isso ele é tão legal.

A própria Martha (sou íntima, viajamos juntas pelo livro! Hahaha) diz que o livro “transmite um espírito de viajante”. Não é o máximo?

Clique aqui, veja o que a própria autora fala sobre livro e tire as suas conclusões!

Então é isso. Espero que gostem do livro  tanto quanto eu gostei.

Agora vou indo nessa, preciso preparar o roteiro das minhas próximas 5 férias! =)

UM LUGAR NA JANELA – RELATOS DE VIAGEM

Autora: Martha Medeiros

Editora: L&PM Editores

Páginas: 191

Beijos,

Andresa

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Foto: Andresa Trentini.