Então, eu achei: filme

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No dia 31 de janeiro estreou em todo o país o filme “A menina que roubava livros”. Baseado no bestseller de mesmo nome, do australiano Markus Suzak, o filme se passa na Alemanha, durante a Segunda Guerra Mundial e conta a história de Liesel Meminger, uma garota que, filha de mãe comunista, é entregue para ser criada por outra família.

Sua paixão por livros começa no funeral de seu irmãozinho, que faleceu durante a viagem à nova casa. No enterro o coveiro deixa cair um livro o qual Liesel esconde e carrega com muito carinho. Ao chegar sozinha à casa da nova família, ela se apega ao tal livro mas não sabe do que se trata, pois não sabe ler.

Com a ajuda do pai adotivo, Leisel aprende a ler e se encanta com o mundo de possibilidades e novas palavras que os livros lhe proporcionam, porém o regime nazista impede que as pessoas tenham acesso à literatura, o que dificuldade o acesso da garota à novas obras.

Eu já tinha tentado ler o livro algumas vezes, mas não passava do primeiro capítulo. O livro não me prendia, mas eu tinha muita curiosidade sobre a história que comoveu milhares de leitores. Sempre que perguntavam em grupos de discussões qual o livro mais havia emocionado os leitores, “A menina que roubava livros” era um dos títulos mais citados. Então quando o filme estreou fui correndo ao cinema para conferir e nossa, valeu muito a pena!

O filme é fofo e trata com leveza o assunto “Segunda Guerra Mundial”. Li algumas críticas, dizendo que o filme não deu importância à terrível época, mas acho que nem era a intenção. Não é a história da Segunda Guerra Mundial. É a história de uma garota, que viveu durante a Segunda Guerra. Percebe a diferença?

Li também críticas de leitores, que diziam que na adaptação para o cinema a relação de Liesel com os livros tinha ficado “superficial”. Bom, como disse, eu não li o livro e entendo o que os leitores criticaram, pois em outras situações também me decepcionei com a adaptação cinematográfica de um título que eu tenha gostado muito. Mas acho que a gente precisa abstrair e entender que os livros sempre serão mais ricos em detalhes e que na adaptação para o cinema, são destacados aspectos que o Diretor do filme quer valorizar e não necessariamente o que nós, ao lermos o livro, achamos mais importante.

De qualquer forma, achei o filme lindo de viver! Chorei, chorei, chorei, mas sai do cinema feliz, pois, na minha opinião, é o tipo de filme que vale a pena pagar o ingresso.

Beijos,
Andresa

Foto: reprodução.

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